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Pinède
Le réseau pour la gestion durable des forêts cultivées.

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FORSEE : Indicateur évalué

Indicador 1.4.3 : Armazenamento de carbono na madeira morta

Custos

Custo Total

2 990.25€
(inclui recolha de dados,
respectiva análise
e processamento)

Custo por parcela

26.46€

Résultados

Tabela 10 – Biomassa da madeira morta no solo (logs) e na madeira morta em pé (snags) por tipo de povoamento

table1

Tabela 11 – Carbono armazenado na madeira morta por tipo de povoamento

table2

Notas

A biomassa de madeira morta no solo (logs) foi estimada de acordo com o método descrito por Van Wagner (1982), tendo sido realizadas medições em dois transectos perpendiculares de 50 m. Salienta-se que não se encontrou uma quantidade elevada de madeira morta, visto que esta é geralmente retirada para redução de combustível (fogos florestais). A madeira morta em pé (snags) foi medida nas parcelas de inventário, considerando os limites de diâmetro, 50 mm no eucalipto e 75 mm nas outras espécies. O volume foi estimado utilizando as equações de volume disponíveis para as espécies, quando vivas.

Os resultados são apresentados por tipo de povoamento considerando as áreas de ocupação do solo estimados com a fotointerpretação por pontos de 2005.

Problemas e melhorias

Constatou-se que para as espécies florestais mais importantes na região não existem disponíveis equações ou factores de conversão para estimar a biomassa da madeira morta. Para ultrapassar este facto foram recolhidas algumas amostras de madeira morta e foi obtido um factor de conversão de volume em biomassa independente da espécie e do grau de decomposição, com o valor 0,33.

Conclusões

Neste indicador é relevante separar a biomassa de madeira morta no solo (logs) da madeira em pé (snags) e da madeira ardida. Na tabela 10 verifica-se que a 4% de biomassa de madeira morta é consequência dos incêndios florestais.

A floresta da Lousã contém cerca de 2 Mg de carbono por ha em madeira morta.

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