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Pinède
Le réseau pour la gestion durable des forêts cultivées.

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FORSEE : Indicateur évalué

Indicador 2.4 : Estado Fitossanitário

Custos

Custo Total
2 541.00€

(inclui recolha de dados,
respectiva análise
e processamento)

Custo por parcela
22.49€

Resultados

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Figura 1 – Número de danos por espécie e por tipo de povoamento

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Figura 2 – Tipo de danos em eucalipto por tipo de povoamento

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Figura 3 – Tipo de danos em pinheiro por tipo de povoamento

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Figura 4 – Área ardida de floresta por ano

Comentarios

Problemas e Melhorias

O período de recolha de dados fitossanitários não foi o mais favorável para a observação de sintomas e/ou agentes das principais pragas e doenças nos povoamentos existentes. Também não foi possível implantar o dispositivo delineado para avaliação da sanidade florestal em grande parte dos locais de amostragem, devido a restrições como declives acentuados e vegetação do sub coberto com densidade elevadas.

Conclusões

A floresta da Lousã é constituída essencialmente por povoamentos de Pinheiro bravo e Eucalipto, por conseguinte é dentro destes povoamentos que foi registado um maior número de danos resultantes de agentes bióticos. Os principais sintomas ocorrem ao nível da copa, nomeadamente nas agulhas e nas folhas.

Em povoamentos de resinosas é frequente encontrar ninhos de processionária (Thaumetopoea pityocampa) e respectivos sintomas de desfoliação. Nestes povoamentos é também frequente encontrar as árvores mais velhas com feridas por resinagem.

Em povoamentos de eucalipto observam-se sinais de folhas roídas por desfoliadores como Gonipterus scutellatus, e folhas aparentemente verdes, mas com diversos pontos coloridos. Ao nível do tronco observam-se em alguns povoamentos árvores com sintomas de cancro.

Nos povoamentos em geral é habitual encontrar deformações ao nível do tronco, como curvatura basal, bifurcação do tronco, existência de ramos grossos e inclinação do tronco.

Em Portugal o fogo florestal é um significante agente abiótico. A fisiografia desta região, conjugada com a estrutura dos povoamentos com elevada densidade no sub-coberto, resulta numa vulnerabilidade destes, existindo anos em que as condições climatéricas intensificam a sua propagação pela área florestal da região.

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